26 maio 2017

5 séries para maratonar final de semana





















Não tem nada de melhor do que aproveitar o final de semana para descansar. E uma das maneiras que podemos fazer isso é assistindo a boas séries e filmes. Hoje vim indicar cinco séries pra vocês maratonarem na Netflix.
  • Black Mirror.
Depois de só estar aparecendo pessoas comentando sobre essa série no meu Facebook, fui quase que obrigada a assistir Black Mirror. Ela faz uma crítica ao uso da tecnologia e mostra como seria em um futuro que não está muito distante assim. Tem episódios que você fica chocado e para e pensa como aquilo é tão real. Até agora são 13 e não sequenciais. Mas quero que vocês assistam em especial ao episódio dois da segunda temporada. Urso Branco vai mexer muito com sua cabeça.


  • Girlboss.
Vou confessar que odeio a protagonista, sim, ela é muito orgulhosa, arrogante e egoísta. Não sei se é só eu que acha isso, mas mesmo assim gostei da série. Ela é leve e ótima pra descontrair fim de semana. Com treze episódios, fala sobre a vida de Sophia, criadora da Nasty Gal, uma marca famosa no mundo da moda, e sua trajetória até conseguir fundar sua empresa com apenas peças achadas em brechós.


  • Apartment 23.
Eu já falei um pouco sobre essa série aqui no blog, porém quis indicar novamente. Posso dizer que ela fala abertamente sobre sexo e drogas, só que de uma maneira mais descontraída. São 26 episódios e com duração de vinte minutos mais ou menos, é bem típica besteirol americano. Depois que June se muda para o apartamento de Chloe em Nova York, ela tenta de tudo pra sobreviver junto dela e suas loucuras com os caras.


  • The Returned.
Eu apenas citei essa série no resumo de novembro uma vez. A verdade é que ela não é uma das melhores, mesmo tendo apenas dez episódios levei três semanas para terminá-la, mas sua história é muito bem construída e inteligente. Depois de alguns anos, pessoas que haviam morrido voltam à cidade sem saber nada o que havia acontecido (um enredo comum, talvez), mas muitos mistérios vem pela frente, ainda mais com o garotinho Victor, o que me deu mais medo.


  • 3%.
Se você é o tipo de pessoa que tem preconceito com produções brasileiras, pare agora e vá assistir a 3%. Sério, a série é muito boa, muito bem escrita e os personagens bem interpretado. Quando vejo o trailer, chega a dá arrepio. A série se passa em um mundo devastado por crises e guerras onde falta de tudo. Quando se completa vinte anos, pessoas que vivem no Continente têm a chance de entrar para o Maralto, um lugar onde não existe nada disso, só que para isso eles têm que passar pelo Processo, em que apenas 3% conseguirão.


24 maio 2017

Resenha: Garota Online

resenha garota onlie



























Título: Garota Online
Autor: Zoella Sugg
Editora: Verus
ISBN: 9788576864158
Ano: 2015
Páginas: 306
Classificação: ✰✰✰✰ (Muito bom)
Onde comprar: Saraiva|Amazon|Americanas

Já faz tempo que Garota Online estava na minha wishlist, e quando surgiu uma promoção na Submarino fui logo comprando ele. Fiquei muito curiosa pela sua sinopse e depois que vi muitas pessoas comentando o quanto era bom, tive mais vontade ainda de ler.

Desde o começo sabia que seria um típico livro adolescentes com uma história clichê, não costumo gastar dinheiro em livros assim, porém queria tanto descobrir essa primeira obra de Zoella que não consegui resistir através do tempo.

Mas confesso que muitas vezes me dava um desanimo em ler, ficava alguns dias sem nem pegar, o que é raro de acontecer quando eu gosto de um livro.

A história muitas vezes me inspirou a sair com uma câmera na mão e tirar foto de tudo, e mais ainda em continuar firme com o blog. Sei que não é fácil como parece, mas cada dificuldade que me faz desistir tem um comentária que me faz continuar com esse cantinho. Assim também como é com Penny, a protagonista.

garota online
















Penny não é uma das mais populares e nem se considera uma das mais bonitas do colégio. Sua melhor amiga de infância a humilha toda hora e o menino que ela gosta, Ollie, não dá a mínima pra ela. Mas ela tem Elliot, seu amigo gay que a apoia em tudo e que fazem tudo juntos.

O blog foi uma maneira que ela achou em desabafar tudo que sentia e que queria falar pro mundo. Depois de ter sofrido um acidente de carro, começou a ter ataques de pânico, o que dificultava um pouco sua convivência com as pessoas. Eu me identifiquei muito pelo fato de o blog ser um segredo, apenas seu amigo sabe, assim como o meu, são poucas que sabem de sua existência.

Sua vida muda quando sua mãe é convidada para organizar um casamento em Nova York, eles passariam o natal fora do país pela primeira vez. Com o ataque de pânico, Penny teve um pouco de dificuldade ao entrar no avião, era a primeira vez que viajava depois do acidente e seus pais não sabiam que isto estava acontecendo com ela.

No hotel aonde estavam hospedados ela conhece Noah, neto da dona do buffet convidada pro casamento. Como toda história de filme americano adolescente, eles logo foram se apaixonando. Noah foi um ponto importante para conhecermos mais Penny, com ele ela pode ser o que é realmente, a vemos mais segura de si e menos neurótica com sua aparência.

Mas quando sua vida parece estar toda perfeita, ao voltar pra casa ela descobre coisas sobre esse amor de férias. Eu fiquei um pouco surpresa com esse reviravolta na história, isso foi importante pra não deixar o livro tão comum e chato. Só que como eu disse, é uma história de adolescente clichê, então se você procura algo mais leve pra ler, tenho certeza que vai amar.

garota online












23 maio 2017

Como ter um corpão




























Desde quando comecei o blog tenho a vontade de falar um pouco sobre o meu processo de aceitação com o corpo. Sei que é uma tarefa muito difícil e muitas pessoas também não se sentem bem com seus corpos, e falando um pouco disso sinto que minha missão foi cumprida.

Até os doze anos eu não via problema nenhum com meu corpo, não ligava pra nada e nem me preocupava se estava engordando ou não. Eu não era uma adolescente gorda e nem magra, estava no termo "gordinha". Era uma das mais encorpadas da sala, tinha uma bunda considerada grande e seios de um ótimo tamanho pra mim hoje. Só que sempre percebia que os meninos iam mais na minha amiga, que era daquelas bem magra.

Aos treze anos comecei a me importar. Na minha cabeça eu estava gorda e precisava emagrecer urgente. Mas não queria pedir ajuda de ninguém, queria mesmo era mostrar para as pessoas que podia fazer isso sozinha e quando chegasse a um peso iria parar e estava ótimo.

Então, informada do jeito que eu era, comecei a fazer poucas refeições. Tomava café da manhã de vez em quando, almoçava e passava o resto do dia sem comer nada. Só as vezes que comia um pouco à tarde e quando minha mãe fazia janta. Essa era a pior parte, eu não queria jantar, estava morta de fome mas não queria comer pra não engordar. Outra coisa que eu odiava fazer era tomar banho. Não queria me ver no espelho nua, tinha pavor disso. Ou ficava olhando toda hora que comia pra vê se a barriga "aumentou".

Comecei a afastar da minha família, morria de raiva quando eles falavam que estava doente. Não queria aceitar que estava passando por dificuldade com meu corpo. Minhas amigas também começaram a falar que estava muito magra e essas coisas. Minha vontade era apenas ficar dentro do quarto trancada. Não tinha disposição pra sair, vontade nenhuma de arrumar.

Quando "furava a dieta", comia desesperadamente biscoito, pão, essas eram as coisas que mais me davam compulsão. Ou atacava uma caixa de bombom e ficava um dia sem comer quase nada e só bebendo água.

Aí eu já havia parado de menstruar, não tinha peito nem bunda mais, ia no banheiro de dia em dia e meu cabelo começou a cair muito. Eu não conseguia me enxergar no espelho como eu realmente estava nem hoje consigo imaginar, porém sei que passei muita raiva comigo mesma por estar daquele jeito. Lembro que ficava horas no banheiro fazendo massagem na barriga pra vê se aquela pochetezinha saia. E apertava com raiva e gritava.

Quando saia, passava o tempo olhando pra barriga dos outros, a maioria das vezes falava que a pessoa estava gorda, assim me sentia melhor e mais bonita. Era uma perda de tempo, se eu não estava bem comigo, nada nem ninguém iria mudar isso de dentro de mim.

Lá pros quatorze anos já achava que estava ótima, que aquilo tinha parado. Comecei a comer mais, mas me preocupando se ia engordar, ficava um bom tempo sem comer, só bebia água depois de três horas que havia feito alguma refeição. Foi nessa época também que percebi que estava sem nada de corpo. Então comecei a fazer uns exercícios para perna em casa mesmo. Ficava horas no quarto fazendo agachamento, o que não adiantava nada já que não comia direito e muito menos alimentos ricos em proteínas.

Fiquei um bom tempo fazendo isso. Mas aos quinze foi que eu realmente comecei a me sentir melhor, comecei a me olhar além do corpo que tinha, não importava se meu exterior era feio, meu interior é bonito e isso é o que importa. Foi nessa época que criei o blog, e ele foi uma das maneiras que me ajudou a sair disso. Falar o que eu sentia era libertador. Nunca cheguei a falar isso com ninguém, me sinto com vergonha por ter passado por isso. Ainda hoje muitas pessoas lembram de como eu era gordinha e agora estou assim, "magrinha".

No meio do ano passado comecei a fazer exercício com minha mãe, e não escondida como de costume, e comer mais proteínas. Era ótimo poder fazer essas coisas sem ter que esconder, como se estivesse fazendo coisa errada. Sei que se amar é uma tarefa difícil. Um dia desses mesmo estava super pra baixo por estar tão magra, sem peito nenhum. E um tempo atrás estava doida querendo comer um doce, mas como não podia sair da dieta fiquei dias com vontade. Só que quando comi um açaí com Nutella, leite em pó e Disquete senti uma liberdade tão grande que vocês não têm noção. Posso dizer que foi o melhor açaí de todos.

O que eu quero mesmo é dizer que não existe corpo perfeito, cada um é o que é. Se você quer emagrecer ou engordar pra agradar os outros, sinto muito, mas nunca vai estar feliz. A vida é só uma, então faça que ela vale a pena e se ame!

10 maio 2017

Brechós online pra você conhecer

Quem é que não gosta de comprar coisas baratas? Eu vivo pesquisando novas lojas com ótimos preços e promoções que cabem no meu bolso. Eu tenho conhecido vários bazares online pela internet afora com bons preços e produtos de boa qualidade e quis apresentar para vocês. Então vamos lá!
  • Usei pouco.


























Não é só de roupa que vive um brechó. O Usei Pouco tem várias coisas, calçados, acessórios e até livros. Além de roupas masculinas também. Os preços médios de vestidos é entre R$40 e R$50, o que é um bom preço. E shorts que varia entre R$15 e R$30.

  • Repasse.









Repassa é tipo uma vitrine virtual, onde várias pessoas vendem seus produtos. Estou apaixonada com a plataforma limpa e que possui preços muito bons e roupas das marcas Adidas, Hollister, GAP e várias outras.
  • Brechó Online.

O próprio nome já sugere que ele é um brechó né? Ele possui peças de preços muito diversificado, mas tem shorts e vestidos com média de R$40, além de possuir algumas coisas customizadas e um menu com roupas de até R$10.

08 maio 2017

Podia ter dito que te amava
















Lá se vai mais uma página do meu diário, é a terceira desde que você foi embora. Já fazia um tempo que não escrevia nele, estava até com cheiro de mofo, mas precisava desabafar um pouco, ele foi minha melhor companhia em muitas noites passadas, então não tinha o porquê de deixar ele de lado.

Sei que é sábado à noite e você iria mandar eu sair um pouco de casa e me divertir, mas vou te confessar uma coisa: as melhores noites de sábado foi ficar conversando com você na calçada de sua casa. Mas agora minha noite vai ser escrever sobre isso, sobre você e sobre como me arrependo de não ter te dito como me sentia.

Quando você se mudou para casa ao lado, também me mudou. Seu modo de viver me fez aprender muitas coisas, você mudou a forma de como eu enxergava o mundo. Você me ajudou a melhorar. Sinto que precisava disso.

Muitas das coisas que tivemos, sinto que não terei nunca mais. Os abraços inocentes, os sorrisos mais sinceros, os apertos de mão que eu podia confiar de olhos fechadas. Tudo isso foi o que me fez te amar. Ouviu isso Pedro? Eu te amava, e muito.

Sei que agora não adianta falar isso, você não vai saber, não vai saber desse texto e nem nada que tenho escrito sobre você no fim do meu caderno de matemática. Mas eu precisava tirar isso de mim, de alguma forma me ajuda a aceita a situação. Talvez superar também.

Pedro, meu coração doeu quando vi o caminhão de mudança em frente sua casa. Repetia pra mim mesma que aquilo não podia estar acontecendo, não podia deixar mais uma vez alguém que eu amava partir. Nunca fui boa em lidar com meus sentimentos, em falar sobre eles. Minha meta para o próximo ano: Não ter medo de falar o que sinto.

Aí Pedro, não sabe o quanto sinto sua falta. E não precisa esconder também, seu amigo me falou que também me amava. Olha o que perdemos.

Mas está tudo bem. Se for pra ficarmos juntos, o universo conspirará a nosso favor. E mais uma coisa: ainda te amo e vou esperar por você.

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